World Ayahuasca Conference 2016 | Ponentes Bio
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BIOGRAFÍA PONENTES

GlennShepard

Glenn Shepard Jr.

Glenn Shepard Jr. atua em diversas áreas de etnobotânica e etnologia, incluindo antropologia médica, etnoecologia, o manejo tradicional de recursos e antropologia visual. Possui graduação em Etnobotânica da Princeton University (1987)  e doutorado em Antropologia Médica pela Universidade da Califórnia, Berkeley (1999). Atualmente é pesquisador do Departamento de Antropologia do Museu Paraense Emílio Goeldi, onde já foi Curador do acervo etnográfico Curt Nimuendajú (2009-2013) e coordenador da Coordenação de Ciências Humanas (2015-2016). É professor colaborador na coordenação de Ecologia do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), e também colabora no programa de Ecologia Humana da Universidade de São Paulo (USP). Suas publicações incluem artigos científicos em PLOS One (2015), American Anthropologist (2012, 2004), Economic Botany (2011, 2008), Conservation Biology (2007), Science (2003), Medical Anthropology Quarterly (2002), Journal of Ethnobiology (2001) e Nature (1998, 1999).

Dennis

Dennis Mckenna

Os interesses profissionais e pessoais de Dennis McKenna são focados no estudo interdisciplinar da etnofarmacologia e das plantas alucinógenas. Ele obteve seu doutorado em 1984 pela Universidade da Colúmbia Britânica, onde sua pesquisa esteve centrada nas investigações etnofarmacológicas da botânica, química e farmacología da ayahuasca e do oo-koo-he, dois alucinógenos da família das triptaminas ativos por via oral utilizados por povos indígenas no noroeste da Amazônia. Dr. McKenna foi bolsista de pós-doutorado no Laboratório de Farmacologia Clínica, no Instituto Nacional de Saúde Mental e no Departamento de Neurologia da Faculdade de Medicina da Universidade de Stanford. É um dos membros fundadores do Instituto Heffter de Investigação e membro do conselho consultivo de varias organizações sem fins lucrativos no âmbito das ferramentas etnobotânicas.

Daiara

Daiara Tukano

Daiara Tukano do povo Ye’pâ-Mahsã (mais conhecido como Tukano) é militante indígena, artista plástica e feminista; mestranda em direitos humanos na Universidade de Brasília-UnB desenvolve seus estudos sobre a lei lei 11.645/08 e a inclusão da temática indígena no ensino brasileiro . Iniciada por seu pai Doéthiro Álvaro Tukano na cerimônia de Caapi (ayahuasca), da reza e do conhecimento ancestral de seu povo, tem seguido sua formação espiritual com as bençãos de mestres de outros povos. Atualmente é membro do setorial de patrimônio imaterial da secretaria da cidadania e da diversidade cultural do ministério da cultura – SCDC-Minc; é correspondente na Rádio Yandê: a primeira rádio web indígena do Brasil, acompanhando a pauta política e cultural. Aprendiz em dois mundos tem como objetivo colaborar no fortalecimento da cultura tradicional de seu povo e a celebração da identidade indígena.

LuisaBelaunde

Luisa Belaunde

Luisa Elvira Belaunde é doutora em antropologia pela Universidade de Londres (London School of Economics) e especialista em povos indígenas amazônicos. Atualmente, ela é professora no Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social (PPGAS) do Museu Nacional da Universidade Federal de Rio de Janeiro. Suas publicações incluem as seguintes monografias: Kené: arte, ciencia y tradición en diseño; El Recuerdo de Luna: género, sangre memoria entre los pueblos amazónicos; Viviendo bien: género y fertilidad entre los Airo Pai de la Amazonia Peruana.

Germán

Germán Zuluaga

German Zuluaga Ramírez é colombiano, médico cirurgião pela Universidade do Rosário, Mestre em Ciências Médicas e doutorando em Epidemiologia pela Universidade Autônoma de Guerrero, no México, e no CIET do Canadá. É Diretor do Grupo de Estudos em Sistemas Tradicionais de Saúde da escola de medicina da Universidade do Rosário, e diretor do Centro de Estudos Médicos Interculturais (Cemi), que realiza projetos comunitários para a construção de uma política intercultural de saúde. Combina as atividades acadêmicas, científicas e administrativas com a consulta médica em geral no município de Cota (Cundinamarca), na Colômbia. É autor de vários livros e artigos científicos. Seu estudo se concentra na aproximação aos sistemas tradicionais de saúde de comunidades indígenas, afroamericanas e mestiças, além do estudo da etnobotânica e da botânica médica. Tem contribuído para o estabelecimento de novos critérios éticos para a pesquisa em comunidades tradicionais, baseados no diálogo intercultural. Em seus trabalhos recentes, propõe o pluralismo jurídico, defende o direito à diversidade epistemológica e sugere uma epidemiologia aplicada ao conhecimento tradicional.

Luisfernandotofoli

Luís Fernando Tófoli

Luís Fernando Tófoli é professor-doutor do Departamento de Psicologia Médica e Psiquiatria da Faculdade de Ciências Médicas da UNICAMP. É coordenador do Laboratório de Estudos Interdisciplinares sobre Psicoativos (LEIPSI) e membro do Conselho Estadual de Políticas sobre Drogas do Estado de São Paulo (CONED-SP). É responsável por um grupo de pesquisa sobre ayahuasca na UNICAMP e tem produzido recentemente no campo das políticas públicas sobre drogas e o uso terapêutico de psicodélicos, com destaque para a ayahuasca.

Moacir

Moacir Biondo

Moacir Tadeu Biondo tem 58 anos, é paulista e técnico especialista em plantas medicinais da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Amazonas (UFAM). Pesquisador autodidata, vive há 37 anos na região da Amazônia. Criou um sistema que organiza os conhecimentos da comunidade para a comunidade chamado de “Paisagem do Conhecimento” reconhecido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) como contribuição ao Patrimônio Imaterial sobre plantas medicinais da Amazônia (www.youtube.com/watch?v=0uH2XqTb6kg). Apresenta a dez anos o programa “Ervas e Plantas”, no canal Amazonsat (http://www.amazonsat.com.br), aonde aborda as propriedades das plantas medicinais e navega entre o saber popular das pessoas da floresta e o conhecimento científico. É também filiado ao Centro Espírita Beneficente União do Vegetal, mais conhecido como UDV, a qual tem frequentado há 31 anos.

Jeffrey Bronfman

Jeffrey Bronfman

Jeffrey Bronfman é membro do comitê diretor do Fundo de Defesa da Ayahuasca – ICEERS(www.ayahuascadefense.com). Foi o autor principal e estrategista jurídico na ação judicial que garantiu à União do Vegetal o direito ao uso religioso de seu sacramento Hoasca nos Estados Unidos da América. Participou também das meticulosas negociações com a Drug Enforcement Administration (órgão regulador do uso de substâncias controladas nos Estados Unidos), resultando em um acordo regulatório para a importação, armazenamento e distribuição do chá Hoasca para uso ritualístico.

Carlos

Carlos Suárez

Carlos Suárez Álvarez é pesquisador etnográfico, escritor e documentarista, dedicado a divulgar a forma em que as sociedades indígenas evoluem no atual cenário de globalização. É mestre em Estudos Amazônicos pela Universidad Nacional de Colombia e graduado em jornalismo pela Universidad Complutense de Madrid. É autor do documental multimídia Ayahuasca, Iquitos y Monstruo Voraz, e do romance Ayahuasca, amor y mezquindad, e publicou dezenas de crônicas etnográficas sobre o mundo da ayahuasca em revistas da Espanha e da América Latina. Desde 2007 mora em Leticia (Colômbia), no rio Amazonas.

Draulio

Draulio de Araujo

Draulio Barros de Araujo é professor da área de neuroimagem no Instituto do Cérebro (UFRN), Natal, Brazil. Nos últimos anos sua pesquisa tem focado no uso de técnicas de neuroimagem funcional (EEG e fMRI) para a investigação dos efeitos agudos e duradouros da Ayahuasca. Seu grupo de pesquisa também tem estudado o potencial antidepressivo da Ayahuasca.

RafaGuimaraes

Rafael Guimarães dos Santos

É Bacharel em Biologia pelo Centro Universitário de Brasília (2005), Mestre em Psicologia pela Universidade de Brasília (2006) e Doutor em Farmacologia pela Universitat Autònoma de Barcelona, Espanha (2012). Atualmente realiza Pós-Doutorado no Departamento de Neurociências e Ciências do Comportamento – Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto – Universidade de São Paulo. Pesquisador das substâncias psicoativas em geral, com ênfase no estudo da Etnobotânica, Farmacologia, Etnofarmacologia, Psicofarmacologia e Neuropsicofarmacologia das substâncias alucinógenas, especialmente ayahuasca e maconha. Atua principalmente nos seguintes temas: alucinógenos, ayahuasca, maconha, canabinóides, canabidiol, psicofarmacologia.

Ken

Kenneth W. Tupper

Kenneth W. Tupper é Professor Adjunto na Escola de População e Saúde Pública da Universidade da Colúmbia Britânica, onde seus interesses de pesquisa incluem: estudos sobre psicodélicos; o uso transcultural e histórico de substâncias psicoativas; educação sobre drogas em escolas públicas, e entre profissionais; e a criação de uma política de saúde pública que maximize os benefícios e diminua os riscos das drogas consideradas ilegais. A pesquisa de doutorado de Kenneth desenvolveu o conceito de “educação enteógena”, um poderoso quadro teórico para a compreensão de como as plantas e substâncias psicodélicas – particularmente a bebida amazônica ayahuasca – podem funcionar como ferramentas cognitivas para o aprendizado.

ConstanzaSanchez

Constanza Sánchez

Constanza Sánchez Avilés é cientista política e doutora em Relações Internacionais e Direito Internacional. Seu trabalho tem foco na economia política das drogas ilícitas, no crime organizado internacional e nas políticas de drogas nacionais e internacionais, temas sobre os quais publicou diversos artigos e capítulos de livros. De 2007 a 2013, trabalhou no departamento de Direito Internacional e Relações Internacionais da Universidade Pompeu Fabra. Foi pesquisadora visitante na Universidade de Miami (2010), no projeto Justice in Mexico da Universidade de San Diego (2012), e Assistente de Pesquisa no Observatório Global de Políticas de Drogas da Universidade de Swansea (2013). Realizou pesquisa de campo sobre política de drogas no Peru, Estados Unidos, México e na fronteira EUA-México, e colabora com diversas instituições de pesquisa sobre políticas de drogas. Dentro ICEERS é o coordenadora da Política, Direito e os Direitos Humanos e é o coordenadora do ADF(www.ayahuascadefense.com) .

Bia Labate

Beatriz Caiuby Labate

Beatriz Caiuby Labate é Doutora em Antropologia Social pela Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP. Suas principais áreas de interesse são o estudo de substâncias psicoativas, políticas sobre drogas, xamanismo, ritual e religião. É Professora Visitante do Centro de Pesquisa e Estudos de Pós Graduação em Antropologia Social (CIESAS), em Guadalajara, no México. Também é co-fundadora do Núcleo de Estudos Interdisciplinares sobre Psicoativos (NEIP) e editora de seu site (http://www.neip.info). É autora, coautora e coeditora de catorze livros, de uma edição especial de um journal acadêmico e de vários artigos indexados. Para mais informações, ver: http://bialabate.net

JoseCarlosBouso

José Carlos Bouso

José Carlos Bouso é psicólogo clínico e doutor em farmacologia. Realizou estudos sobre os efeitos a longo prazo de substâncias como a cannabis, a cocaína e a ayahuasca, assim como estudos sobre os efeitos agudos de diferentes drogas de origem natural e sintética. Também pesquisou os usos terapêuticos do MDMA (ecstasy). Atualmente é Diretor de Projetos Científicos da fundação ICEERS, onde pesquisa os efeitos de longo prazo da ayahuasca, os benefícios medicinais da cannabis e o potencial anti-dependência da ibogaína.

Fericgla

Josep Mª Fericgla

Josep Mª Fericgla nasceu em Barcelona em 1955. É Bacharel em Geografia e História e Doutor em Antropologia Cultural pela Universidade de Barcelona (UB). Também fez cursos de pós-graduação em psicologia, música e arte dramática. É especialista em antropologia cognitiva, etnomusicologia, etnopsicologia, xamanismos, estados de consciência alterada e antropologia da velhice. Realizou pesquisa de campo no Curdistão turco, no Magreb marroquino, na Catalunha e, desde 1991 até 2009, na Alta Amazônia Equatoriana. Foi professor titular na universidade de Salamanca em Barcelona. É fundador e diretor da Societat d’Etnopsicologia Aplicada (Sd’EA) y presidente da Fundação Josep Mª Fericgla.

Jacobo

Santiago López-Pavillard

Santiago López-Pavillard é antropólogo cultural, doutor pela Universidade Complutense de Madri. Atualmente coordena o Grupo Temático Antropologia da Religião e da Espiritualidade (ARESIMA) do Instituto de Antropologia de Madri, e preside a Associação Elêusis para a investigação e divulgação de informações relacionadas com estados ampliados de consciência. Também é membro fundador e secretario da Plataforma para a Defesa da Ayahuasca (PDA), conhecida como a “Plantaforma”, uma organização sem fins lucrativos surgida através da aliança de diferentes linhas ayahuasqueiras que fazem uso da bebida na Espanha. Trabalha desde 1985 como documentarista na Televisão Espanhola (TVE). Realizou trabalho de campo na Espanha, Peru e Equador.

BenDeLoenen

Benjamin De Loenen

Benjamin De Loenen estudou mídia audiovisual e comunicação na Holanda, onde se graduou com honras em seu Mestrado com o documentário “”Ibogaine: Rite of Passage” (Ibogaína: Rito de Passagem), de 2004, filme que permanece até hoje como uma referência mundial sobre o assunto. Benjamin trabalhou como diretor de cinema e editor no campo da televisão, documentários, publicidade e ficção de 2004 a 2010, enquanto viajava pelo mundo como palestrante e conferencista nos temas da ibogaína e ayahuasca. Organizou a Conferência Internacional sobre Ibogaína no Ministério da Saúde da Catalunha, ofereceu cursos sobre a ibogaína para profissionais de saúde e agentes de governo como a instituição portuguesa SICAD e foi membro do conselho da Global Ibogaine Therapy Alliance. Desde a produção de seu filme, tem se dedicado ao avanço da ibogaína e da ayahuasca como ferramentas de desenvolvimento terapêutico e pessoal na sociedade contemporânea. É, ainda, fundador e diretor executivo do International Center for Ethnobotanical Education, Research & Service (ICEERS).

JuanCarlosdelaCal

Juan de la Cal

Juan Carlos de La Cal é jornalista e possui mais de 30 anos de experiência nos grandes meios de comunicação (El Caso, Panorama, Interviu, El Mundo etc). Esteve em mais de 60 países e colabora com diversas ONGs e organizações ambientais. Recebeu numerosos prêmios em reconhecimento a suas reportagens em defesa dos Direitos Humanos. É coautor do livro “Viaje al traspasado corazón del mundo, rebuscando El Dorado” (Viagem ao trespassado coração do mundo – em busca do El Dorado), no qual denuncia os problemas socioambientais na Amazônia. Atualmente é editor da ONG de jornalistas GEAPHOTOWORDS. Sua relação com o universo ayahuasqueiro começou no final da década de 1980 durante uma viagem à floresta amazônica brasileira na qual teve contato com os grupos religiosos sincréticos da região. Depois de passar um longo período por ali, voltou para a Espanha, onde fundou juntamente com alguns amigos o CEFLURISE, igreja espanhola do Santo Daime, registrada legalmente no Ministério da Justiça da Espanha, da qual atualmente é vice-presidente. Também é sócio fundador e vice-presidente da Plataforma para a Defesa da Ayahuasca, “Plantaforma”, uma organização sem fins lucrativos surgida há cinco anos pela aliança de diversas linhas ayahuasqueiras que trabalham com a bebida em território espanhol.

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Edilsom Fernandes

Edilsom Fernandes da Silva, 54 anos, o último filho de nove irmãos, nasceu em 1961 em Resplendor, Minas Gerais, Brasil. É casado e tem uma filha  de 21 anos. Foi fuzileiro Naval de 1979 à 1983, hoje está na Reserva. Possui curso universitário em física incompleto pela Universidade Federal de Rondônia (UNIR). Profissional em TI, atua na área de informática na empresa Topcom – Tecnologia e Informática, em Ji-Paraná, Rondônia. Desde 1985, trabalha com a ayahuasca, primeiro na União do Vegetal (UDV), até 1989, e depois na Barquinha de Manuel Araújo, até 2000. Nesse mesmo ano, criou um centro religioso independente, o Centro de Regeneração Casa de Jesus e Lar de Frei Manuel (CRE), uma igreja da linha de Daniel Pereira de Mattos, ou linha da Barquinha, localizada em Ji-Paraná, do qual é atualmente presidente. Trabalha em um projeto da Associação Cultural e do Desenvolvimento do Apenado e Egresso (ACUDA),  que tem como objetivo ressocializar o apenado através de terapias diversas, como Gestalt, Teatro Transformador, Constelações Familiares, massoterapia, medicina Ayurvedica, Eneagrama, Filosofia, PNL, além de oficinas e cursos variados. Desde 2013, o CRE tem recebido apenados nos seus trabalhos espirituais com o Daime. Trata-se da única parte do projeto da ACUDA que é executada fora dos presídios e das dependências da instituição (o templo localiza-se à 390 km dos presídios). Esta iniciativa pioneira tem recebido atenção da mídia nacional e internacional.

Gillian

Gillian Maxwell

Gillian Maxwell reside atualmente em Vancouver, Colúmbia Britânica, Canadá. Ela tem experiência como coach, facilitadora, palestrante e agente de troca de conhecimentos, trabalhando para a transformação de pessoas e organizações. Foi co-fundadora e ex-membra executiva da Coalisão Canadense de Políticas de Drogas (Canadian Drug Policy Coalition – CDPC), cuja missão é reformar as políticas de drogas nacional e internacionalmente. Atualmente, é parte do Conselho Administrativo do MAPS Canada (Multidisciplinary Association for Psychedelic Studies Canada). Gillian é uma orgulhosa detentora da Medalha Jubileu de Diamante Rainha Elizabeth II do ano de 2012 por seus serviços comunitários e por introduzir a redução de danos em Vancouver e advogar pelo INSITE, a primeira sala para uso seguro de drogas injetáveis da América do Norte. Gillian foi integrante do Vancouver Police Board e administradora do AIDS Vancouver, e durante os Jogos Olímpicos de Inverno de 2010 promoveu o SafeGames2010, um amplo projeto de redução de danos para as celebrações dos Jogos Olímpicos de Vancouver. Gillian compreende que as plantas medicinais cumprem um papel vital em nossa habilidade de desenvolver uma presença autêntica no mundo, que valorize o amor e a compaixão acima de tudo. Ela tem vasta experiência de mais de mais de uma década em participar de círculos e grupos cerimoniais, e utiliza esse conhecimento em profundidade, juntamente com a sabedoria e intuição, para seu trabalho como Onboard Coach, no qual ajuda as pessoas a interpretarem experiências de êxtase e catarse para esclarecer e integrar o que aprendem em suas experiências espirituais. Através da sua vasta rede de contatos estabelecida ao longe de vários anos de ativismo social e trabalho comunitário, Gillian sabe como traduzir ideias relevantes em ação significativa. Ela é a ponte entre diferentes indivíduos, organizações e tomadores de decisão que precisam cada vez mais agir conjuntamente para produzir mudanças no mundo.

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Jerónimo Mazarrasa

Jerónimo Mazarrasa é diretor de documentários, pesquisador independente e designer de interação, possuindo um amplo conhecimento do universo da ayahuasca. Na última década, produziu, escreveu e dirigiu dois documentários sobre a bebida. O primeiro sobre as religiões ayahuasqueiras brasileiras; o segundo sobre o uso da ayahuasca no tratamento da dependência de drogas. Tem viajado intensamente através da América do Sul, pesquisando uma ampla gama de práticas ayahuasqueiras e ministrado palestras internacionalmente sobre o turismo ayahuasqueiro e a apropriação de saberes indígenas. Mantém um blog e uma página de noticias sobre a ayahuasca, e no momento prepara um livro sobre suas experiências. Trabalha atualmente na fundação ICEERS como secretário do Conselho Administrativo.

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Edward MacRae

Edward MacRae nasceu em São Paulo, Brasil em 1946. É bacahrel em psicologia social pela University of Sussex e mestre em sociologia da América Latina, pela University of Essex, ambas no Reino Unido. Doutorou-se em antropología social pela Universidade de São Paulo, Brasil. Desde 19987 tem realizado pesquisas em torno da questão das drogas e ensinado nas universidades federais de São Paulo e Bahia. Foi membro do Conselho Estadual de Entorpecentes de São Paulo e do Conselho Nacional de Políticas Sobre Drogas. Foi um dos coordenadores do Grupo de Trabalho Ayahuasca, onde se delineou a regulamentação do uso religioso da ayahuasca no Brasil. Atualmente é profesor dos Programas de Pos-graduação em Antropologia e em Ciências Sociais da Universidade Federal da Bahia- UFBA e pesquisador asociado do Centro de Estudos e Terapia do Abuso de Drogas da UFBA.

MarcAixala

Marc Aixalà

Marc Aixalà estudou engenharia de telecomunicações na Universidade Politécnica da Catalunha e, enquanto realizava o projeto final de seu curso no Peru, se interessou pelo uso das ferramentas etnobotânicas como agentes psicoterapêuticos e de autoconhecimento. Isso o levou a estudar psicologia na Universidade de Barcelona e se formar em psicologia transpessoal e respiração holotrópica no programa de Treinamento Transpessoal Grof. Está interessado no estabelecimento de protocolos para a exploração dos estados não ordinários de consciência como ferramentas psicoterapêuticas e de desenvolvimento pessoal de uma maneira ética e eficaz no contexto da cultura ocidental. Ele é atualmente o coordenador do ICEERS Centro de Ajuda (www.helpcenter.iceers.org) e é obra como um facilitador dos estados alterados de consciência pela técnica da Respiração Holotrópica.

Jair Facundes

Jair Araújo Facundes

Juiz Federal. Mestrado em Direito e Sociedade, integrante do Grupo Multidisciplinar de Trabalho – GMT do Conselho Nacional de Políticas Públicas sobre Drogas – CONAD, vinculado ao Ministério da Justiça, que resultou na Resolução 1/2010 Conad, que regulamenta o uso religioso da ayahuasca no Brasil. Membro do grupo de Trabalho “Novos Cenários para as Políticas sobre Drogas no Brasil” da Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas do Ministério da Justiça.

Jean Langdon

Esther Jean Langdon

Esther Jean Langdon é Coordenadora do INCT: Brasil Plural, pesquisadora do CNPq e professora aposentada da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Ela reside há 33 anos no Brasil. Obteve seu doutorado na Tulane University, nos Estados Unidos, após três anos de pesquisa antropológica com os Siona, um grupo indígena da Amazônia colombiana. Ao longo da sua careira, vem dedicando sua pesquisas e publicações a relação entre a cosmologia xamânica, rituais, performance e narrativa e o cotidiano. Seus interesses também incluem políticas de saúde, a relação dos indígenas com o estado e a reconfiguração das práticas de saúde e do xamanismo frente às políticas culturais. Atualmente, está trabalhando em um projeto de retorno de material etnográfico em colaboração com os esforços dos Siona para a revitalização da sua cultura e língua materna. Seus artigos e livros encontram-se publicados na América Latina, nos Estados Unidos e na Europa. Os livros mais recentes são Negociaciones de lo Oculto: Chamanismo, Família y Medicina entre los Siona del bajo Putumayo (Editora da Universidade de Cauca, Colômbia) Saúde Indígena e Políticas Comparadas na América Latina (co-organizado com Marina D. Cardoso).

Enio Staub

Enio Staub

Enio Staub nasceu em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil, em 1956. É jornalista e cineasta. É fundador e conselheiro da Ecovila São José em Florianópolis, Santa Catarina, filiada a ICEFLU (Igreja do Culto Eclético da Fluente Luz Universal Patrono Sebastião Mota de Melo), e ao Fogo Sagrado de Itzachilatlan do Brasil. Nos últimos treze anos, tem realizado diversas alianças  de trabalho com povos tradicionais do Brasil, da América Latina e da África.

solon

Solon Brito do Nascimento

Nascido em Rio Branco Acre na comunidade do Alto Santo no Ano de 1967, filho de Luiz Mendes do Nascimento e Rizelda de Brito Nascimento. É formado em Geografia pela Universidade Federal do Acre e especialista em psicopedagogia. Atualmente é vice-presidente do Centro Eclético Flor do Lótus Iluminado – CEFLI, sediado no Projeto de Assentamento São Gabriel, comunidade Fortaleza, município de Capixaba, Acre.

Deyversson

Deyvesson Gusmão

Deyvesson Gusmão é graduado em História e Mestre em Geografia pela Universidade Federal de Rondônia (UNIR-Brasil). Tem especialização em Gestão e Estudo do Patrimônio Arqueológico pela Universidade Federal do Pará (UFPA-Brasil). Desde 2006 atua na gestão pública do patrimônio cultural. É especialista em políticas culturais da Fundação de Cultura e Comunicação Elias Mansour e, desde 2009, atua como Superintendente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN no Acre, onde é responsável pelo acompanhamento da instrução do processo de Registro do ‘Uso Ritual da Ayahuasca’ como Patrimônio Cultural Brasileiro.

Jacques Mabit

Jacques Mabit

Jacques Mabit viajou inicialmente ao Peru em 1980 com a Organização Médicos Sem Fronteiras, como medico especialista em Patologia Tropical e Medicina Natural. Recebeu o reconhecimento de Professor honorário da Universidade Científica do Sul em Lima, membro honorário da Associação Peruana de Psicólogos e membro da fundação internacional Ashoka. Desde 1986, tem desenvolvido investigação participante e de auto- experimentação sobre as medicinas tradicionais e especialmente as medicinas da Amazônia. Esta pesquisa o conduziu a elaborar um protocolo terapêutico original para tratamento da dependência de drogas. Em 1992, fundou o Centro Takiwasi, na Alta Amazônia peruana, para realizar o primeiro projeto piloto experimental deste tratamento. O Centro Takiwasi acolhe pacientes residentes dependentes oriundos do Peru, da América Latina e da Europa. Este modelo tem sido implementado em outros países e para outros tipos de patologias. Jaques Mabit fez inúmeras intervenções públicas a respeito destes temas através de publicações, conferências e outros meios de comunicação.

Benedicto

Kumú Benedicto Mejía

Nacido en 1961 en las selvas del departamento del Vaupés, pertenece a la etnia tatuyo de la familia macrolingüística tukano oriental. Domina por lo menos siete lenguas además de la lengua paterna. Es uno de los últimos especialistas de la cultura del complejo cultural tukano oriental que domina varias especialidades: kumú, rezador, danzador, tocador de instrumento sagrado, historiador, además de ser todavía experto cazador y pescador según las normas ancestrales y los instrumentos tradicionales. Casado con María Luisa Ardila, tiene nueve hijos y dos nietos. Ha sido en varias oportunidades capitán de la comunidad de Puerto Nariño donde reside. Bento Mejia viaja em nome da Associação de área tradicional Autoridades Yapu, conhecido pela sigla ASATRIZY, ea União das Conhecedor da Cultura Yuruparí, conhecidas palavras Kumuã Yoamara. Fundador de la UMIYAC —Unión de Médicos Indígenas Yageceros del Piedemonte Amazónico— con otros 40 sabedores, fungió desde sus inicios como representante de su pueblo en el Comité de Apoyo, hasta que vio la necesidad de emprender un camino independiente de defensa, recuperación y fortalecimiento de la cultura tukano oriental de la gran llanura amazónica en Vaupés. Por ello, ha trabajado con tesón por la unión y organización de las comunidades de la zona de Yapú según los instrumentos legales que ofrece la legislación indígena especial colombiana y fue actor protagonista de la conformación de las siete comunidades de la zona de Yapú en Asociación de Autoridades Tradicionales Indígenas con el nombre de Asatrizy; lideró la conformación de la Unión de Sabedores y Especialistas de la Cultura Kumuá Yoamara, que se ha constituido en órgano consejero de Asatrizy; animó a sabedores y comunidades para realizar los trabajos conjuntos que derivaron en la redacción de un auténtico Plan de Vida de la Asociación; promovió y acompañó el proceso de diseño e implementación del modelo de educación propia Majírike que ganó premio de la Presidencia de la República y que es actualmente ejemplo para los pueblos indígenas de Colombia y lideró la elaboración del Régimen de Manejo Tradicional del Territorio que se ha constituido en documento base para la redacción de la Agenda Ambiental de la zona según conocimientos y prácticas tradicionales y también ejemplo para las otras Asociaciones de Autoridades Tradicionales Indígenas del Departamento.

Thiago

Thiago Martins e Silva

Thiago Martins e Silva, nascido em Brasília, reside no Acre desde 2006. É Engenheiro Florestal (UnB – 2005), Permacultor (IPOEMA – 2006), Especialista em Plantas Medicinais (UFLA – 2008) e, atualmente, cursa o Mestrado em Ecologia e Manejo de Recursos Naturais (UFAC – 2015).  Trabalhou na Secretaria Estadual de Florestas – SEF (Acre) e no Instituto de Meio Ambiente do Acre – IMAC, onde contribuiu na elaboração do início ao fim da Resolução conjunta CEMACT/CFE № 004/2010, a qual regulamenta a exploração florestal, coleta e transporte das espécies Banisteriopsis caapi e Psychotria viridis. Perito Criminal da PC/AC e do DFNSP.  É Vice-presidente do Centro Eclético Flor do Lótus Iluminado Maria Marques Vieira (CEFLIMMAVI), sediado na Vila Irineu Serra, em Rio Branco, Acre. Também é Conselheiro da Câmara Temática de Culturas Ayahuasqueiras de Rio Branco e Conselheiro titular da APA Raimundo Irineu Serra. Ao longo dos últimos 12 anos, tem se dedicado a plantar jagube (Banisteriopsis caapi) e rainha (Psychotria viridis).

Vera Frçoes

Vera Fróes Fernandes

Vera Fróes Fernandes é historiadora pela Universidade Federal do Acre (UFAC), com especialização em etnobotânica pelo National Botanical Research Institute (N.B.R.I), Lucknow, India, e pós graduação em Gestão de Inovação em Fitomedicamentos da Biodiversidade Brasileira, pela Fiocruz. Vice-presidente do Instituto de Estudos Culturais e Ambientais (IECAM) e coordenadora de projetos socioambientais na Amazônia. Conheceu o Santo Daime em 1978 no Acre. Atualmente, frequenta a igreja Flor da  Montanha, Lumiar, Rio de Janeiro. Escreveu um dos primeiros livros sobre o Santo Daime, “Santo Daime – Cultura Amazônica – História do Povo Juramidam” (Juarêz, 1986). Colaborou no livro “A Arte de Partejar – mito e mistério do nascimento na luz do Santo Daime” (Primo, 2015), de Adelise Monteiro, pediatra, psiquiatra, e daimista.

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Arminio Adolfo de Pontes e Sousa

Arminio Adolfo de Pontes e Sousa é associado a União do Vegetal (UDV) desde 1989, e atualmente ocupa o cargo de Diretor do Departamento de Plantio de Meio Ambiente. É Mestre em Administração pela UFSC, Especialista em Auditoria Contábil pela UFAM e Bacharel em Ciências Contábeis pela UFAM. Desde 1989 atua como fiscal de Tributos do Municipio de Manaus. Além disto, foi coordenador de curso de ciências contábeis nas Faculdades Martha Falcão e ESBAM e Professor de MBA.

Joan

Joan Manel Vilaseca

Joan Manel Vilaseca formou-se na Escola Superior de Cinema e Audiovisuais da Catalunha (ESCAC) em 1998, especializando-se em montagem cinematográfica. Desde então, trabalhou como editor em numerosos projetos de ficção, documentários e outros formatos para cinema e televisão, incluindo vários êxitos de público e de crítica. A partir de 2002, começou a dar aulas no ensino superior da ESCAC, onde continua como docente na atualidade. Seu interesse paralelo pela etnobotânica, psicologia e fisiologia da percepção o leva a colaborar com ICEERS no departamento audiovisual, a partir do qual organizou o Film Forum na primeira Conferência Mundial sobre a Ayahuasca.

Rosa

Rosa Amelia Giove Nakazawa

Rosa Amelia Giove Nakazawa, médica formada pela Universidade Peruana Cayetano Heredia (Lima), reside em Tarapoto, cidade altoamazônica na região oriental norte do Peru, desenvolvendo uma prática assistencial regular, visando a saúde comunitária e a investigação e o uso de recursos etnomedicinais amazônicos para o cuidado cotidiano da saúde. Cofundadora do Centro Takiwasi de Reabilitação de Toxicômanos e de Investigação das Medicinas Tradicionais, é a responsável biomédica do centro, participa em sessões de plantas psicoativas e desenvolve seminários psicoterapêuticos para os residentes do Centro. Com mestrado em Saúde Pública – Epidemiologia (Universidade Nacional de San Martín) e outros estudos de pós-graduação, estuda atualmente Constelações Familiares Sistêmicas e Psicologia Analítica Junguiana. Realizou trabalho docente nas universidades Nacional Mayor de San Marcos (Lima) e César Vallejo (Tarapoto), e assistencial com populações privadas de liberdade e com dependência, no IP Pampas de Sananguillo. Autora de dois livros que avaliam o esquema terapêutico do Centro Takiwasi e numerosos artigos sobre Medicina Tradicional Amazônica, elaborou o dossiê que permitiu a declaração do Uso ritual da Ayahuasca como Patrimônio Cultural do Peru em 2008.

Muniz

Jose Muniz de Oliveira

Jose Muniz de Oliveira nasceu em Tarauacá/AC, no Seringal Restauração, colocação Sumaúma, no dia 26 de outubro de 1957. É filho de José Martins de Oliveira e Aurea Muniz de Oliveira, É casado com Leoni Fatima Pithan Dill e pai de Ediane, Ari, Amanda. Aos 12 anos de idade, saiu do seringal e mudou-se para Tarauacá com seus pais, trabalhando na colônia com o pai. Aos 18 anos veio sozinho para Rio Branco, morando no bairro Aeroporto Velho, trabalhando primeiramente como pedreiro, e após foi trabalhar na prefeitura no setor de IPTU, depois foi para os Correios no setor de SEDEX. Após a saída dos correios montou seu próprio negócio uma farmácia, a Drogaria Muniz localizado no Bairro da Sobral, no dia 26 de outubro de 1996, foi fundada por Jose Muniz de Oliveira a Entidade filantrópica sem fins lucrativos “Associação Beneficente Caminho de Luz”.

Leonardo

Leonardo Lessin

Os propósitos acadêmicos e particulares de Leonardo Lessin estão aliados da pesquisa antropológica sobre a perspectiva mitológica, cosmológica e o xamânica ameríndia amazônica. Doutorado obtido em 2010 pela Universidade Estadual Paulista (UNESP) com uma tese sobre o complexo político xamânico Ashaninka e sua relação com sua sustentabilidade ambiental. Atualmente, é docente da Universidade Federal do Acre (UFAC) e continua suas pesquisas em mitologia, xamanismo e cosmopolítica em outras etnias amazônicas situadas no Acre.

Andrea

Andrea Martini

Andréa Martini é antropóloga. Desde 1994 colabora com as representações e associações extrativistas e indígenas amazônicas, inicialmente através de pesquisa acadêmica, especialmente nos estados do Acre e Amazonas, Brasil. Desde 2009 é professora do curso Licenciatura Indígena da Universidade Federal do Acre, Campus Floresta, em Cruzeiro do Sul-Acre. Coordenou a fase preliminar do processo de patrimonialização do uso ritual da ayahuasca no Brasil conhecido por Inventário Nacional de Referências Culturais (INRC) realizado através do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. Participa e lidera o Grupo de Pesquisa YURA-Políticas e Poéticas Indígenas (CNPQ), sediado na UFAC-Floresta.

Jaco

Jaco Cesar Piccoli

Filosofo e antropólogo. É docente e pesquisador da Universidade Federal do Acre (UFAC) desde 1980. Realizou estudos de graduação em Filosofia na Pontifícia Universidade Católica do Paraná (1977), especialização em Arqueologia e Antropologia na Universidade Federal do Paraná (1979), mestrado em Letras/Lingüística na Pontifícia Universidade Católica do Paraná (1982) e doutorado em Ciências Sociais junto à Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1993). Foi Pró-Reitor de Planejamento/PROPLAN-UFAC (1998 a 2000) e Diretor do Centro Filosofia e Ciências Humanas/CFCH-UFAC (2007 a 2015). Atualmente é Coordenador do Centro de Arqueologia e Antropologia Indígena da Amazônia Ocidental (CAAINAM/UFAC). Atuou como assessor nos campos da saúde e organização indígenas. Desenvolveu e realiza estudos e pesquisas nas seguintes áreas: antropologia, cultura e desenvolvimento; política indigenista brasileira; socioambientalismo e movimentos sociais na Amazônia; política cultural; territórios indígenas e impactos econômicos, ambientais e socioculturais na fronteira Brasil-Peru-Bolívia.

Fernando

Fernando Peres Peixoto

Graduado em História (bacharelado e licenciatura) pela Universidade Federal do Rio de Janeiro com mestrado e doutorado em Ciência Política pelo Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro (IUPERJ), tendo estudado filosofia da História na Alemanha, na Universidade de Bielefeld, sob a orientação do Professor Jörn Rüssen e Reinhard Koselleck. Transferiu-se da Universidade Federal do Rio de Janeiro para o Acre por conta da Ayahuasca e na Amazônia Ocidental viveu sempre em comunidades ayahuasqueiras. Atualmente ensina antropologia e ciência política na Universidade Federal do Acre, coordena o Bacharelado em ciências Sociais desta universidade e estuda a relação entre religião e plantas enteógenas, em particular o Santo Daime.

Mariana

Mariana Ciavatta Pantoja

Mariana Ciavatta Pantoja nasceu no interior de São Paulo e cresceu no Rio de Janeiro. Vinda de uma experiência de pesquisa antropológica com camponeses do sul do país, o impacto do contato com a região do Alto Juruá (Acre), nos anos 90, a levou definitivamente para a Amazônia. Em 2001 doutorou-se pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) com um trabalho (premiado e publicado) sobre a história de uma família de descendentes de povos indígenas incorporados à sociedade de seringais (Os Milton: cem anos de história nos seringais. Rio Branco, Edufac, 2008). Desde 2005 é professora de Antropologia na Universidade Federal do Acre (UFAC), e sua principal área geográfica de interesse e pesquisa continua sendo o Alto Juruá, onde já investiu em temas como etnicidade, territorialidade, agroecologia e cartografia social.

Fatima

Maria de Fátima H. de Almeida Ramos

Graduada em História na Universidade Federal do Acre (UFAC), Especialista em História Social e Econômica do Brasil com Mestre em História pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPe). Tem experiência profissional como jornalista, indigenista, Coordenadora de Patrimônio Cultural da extinta Fundação Cultural do Acre, aposentada como Técnica em Educação do MEC e professora da rede estadual de ensino. Foi também ativista da áreas artístico – cultural. Participou dos rituais do Santo Daime de 1977 a 1987, quando trabalhou como auxiliar de pesquisa de Clodomir Monteiro para o seu Mestrado na UFPE, sobre o Daime.

Alhena

Alhena Caicedo Fernández

PhD em Antropologia Social e Etnologia pela EHESS, França. Professora assistente no Departamento de Antropologia da Universidade de Los Andes, na Colômbia, e membro do Centro de Pensamento Latinoamericano RaizAL. A sua investigação tem se centrado na questão da expansão da campo do yaje na América Latina, a reconfiguração do xamanismo tradicional, processos patrimonialização e usos sociais das medicinas tradicionais. Entre suas publicações mais recentes estâ o livro A alteridade radical que cura. Neo-xamanismos de yajé na Colômbia (Universidad de los Andes, 2015).

Carlos Lleneras

Carlos Llerena Chaves

Vegetalista peruano. Ele nasceu em Iquitos em 1978, de mãe Shipibo e pai mestiço. Seu avó materno foi um curador Yaguas que viveu em Maniti, uma pequena vila nos arredores. Em 1980, sua família se mudou para Pucallpa, onde aos 17 anos Carlos conheceu um grande professor Shipibo que ao longo de mais de 4 anos o ensinou como usar as plantas medicinais para curar. Posteriormente, Carlos continou a aprender de diversos outros professores ao redor de toda a região de Ucayali, no Peru. Atualmente, Carlos vive em Tarapoto, Peru, e trabalha tanto com pacientes peruanos quanto estrangeiros.

Clodomir Monteiro

Clodomir Monteiro da Silva

Clodomir Monteiro da Silva nasce em Marilia, SP, em 1939. Formado em Teologia, Letras e Filosofia. Advogado e Escola Pós Graduada de Sociologia e Politica de São Paulo – USP. Realizou pesquisa pioneira sobre o Culto do Santo Daime. Mestre pela Universidade Federal de Pernambuco com a dissertação O Palácio de Juramidã. Doutorando pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Professor da Universidade Federal do Acre – UFAC. Ele participou como palestrante no simpósio 1º Simpósio Internacional do Daime intitulado “Xamanismo e uso de plantas do gênero Banisteriopsis e seus aditivos”, organizado pelo antropólogo Luis Eduardo Luna, durante o 45° Congresso Internacional de Americanistas, em Bogotá– 1985; Consultor do Conselho Nacional de Entorpecentes visando regulamentar o Uso Religioso da Ayahuasca no Brasil 1987-88. Participou da comissão organizadora e diretora do I Congresso Internacional da Ayahuasca Acre, na UFAC. Participou em vários Congressos em Saúde da União do Vegetal a partir de 1991.

Jose de Lima

José de Lima Kaxinawá (Yube)

Povo Hunikuin – Acre Brasil. Agente Agroflorestal Indígena. Cineasta Indígena. Participou de festivais de filmes indígenas nos Estados Unidos, Alemanha, México e Bolivia. Prêmios: ForumDoc Festival de Documentários de Belo Horizonte – Brasil (2006); Tatu de Ouro – Festival de cinema da Bahia (2008); Tatu de Prata – Festival de Cinema da Bahia (2009); Secretário da AMAAIAC (Associação Movimento dos Agentes agroflorestais Indígenas do Acre) de 2002 a 2008. Atualmente é Assessor de Assuntos Indígenas do Governo do Estado do Acre, desde 2011.

Leic

Letícia Luiza Yawanawá (Matsé)

Povo Yawanawá – Acre, Brasil. Foi Coordenadora do GMI/UNI. Conselheira da UMIAB. Conselheira Nacional do CONSEA (Conselho Nacional de Segurança Alimentar). Vice-Presidente do CONDEF/COIAB. Conselheira da Coordenación de las Organizaciones Indígenas de la Cuenca Amazónica (COICA). Conselheira Curadora da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). Membro Indígena do Conselho ONU-Mulher. Membro do Forum Internacional de Mulheres da América Latina. Participou de eventos internacionais na Alemanha, México, Colômbia e Africa do Sul. Atualmente é Fundadora e Presidente da Organização de Mulheres Indígenas do Acre, sul do Amazonas e Noroeste de Rondônia (SITOAKORE).

antonio

Antonio Ferreira da Silva Apurinã (Yakutê)

Povo Kangüit (Popengari), conhecido regionalmente como Apurinã – Amazonas, Brasil. É funcionário da Fundação Nacional do Índío (FUNAI) desde 1986. Foi Membro Fundador da União das Nações Indígenas do Ace, Sul do Amazonas e Noroeste de Rondônia (UNI) e Coordenador durante o período de 1987 a 1992. Foi Diretor de Assistência da Funai de 2003 a 2005 e Administrador da Administração Regional FUNAI – Rio Branco de 2005 a 2007. Participou de viagens e eventos de promoção dos povos e direitos indígenas na Alemanha, Inglaterra, Holanda e Noruega. Suplente da Senadora Marina Silva. Atualmente é Presidente eleito da Organização dos Povos indígenas do Acre, Sudoeste do Amazonas e Noroeste de Rondônia (OPIARA), desde 2014.

Manoel

Manoel Gomes Kaxinawá

Povo Hunikuin – Acre, Brasil. Foi Administrador da FUNAI/AC de 2003 a 2005. Foi membro fundador da UNI, Secretário e Vice-Coordenador da UNI nas gestões 1991-1994; 1994-1997 e 1997-2001. Presidente da OPIN (2005-2007). Membro Fundador da FEPHAC (Federação do Povo Hunikuin do Acre). Foi o primeiro representante dos povos indígenas do AC no Conselho de Política Indigenista. Candidato a Deputado Estadual. Conselheiro deliberativo da FEPHAC. Atualmente é Assessor de Saúde Indígena do Vale do Juruá, Assessor de Política Indígena do Município de Tarauacá e Representante da Assessoria Indígena no Município de Tarauacá.

Sia

Siã Kaxinawa

Com doze anos comecei minha vida de trabalho como seringueiro, entre 1972 e 1976, na colocação Divisão, em Jordão, Acre. Fui zelador de seringal, no Seringal Boca de Pedra, em 1976, administrador e contador do Seringal Fortaleza, em 1977. Entre 1980 e 1982, então com 16 anos, fui também seringueiro e gerente de barracão no Seringal Sorocaba – Jordão-AC. Em 1982, começo a trabalhar também como cineasta, profissão que abraço até hoje. Sou Agente Cultural da Fundação de Estado da Cultura Elias Mansour, entre 1988 e 2016. Representei diretamente os povos da floresta, nos seguintes períodos e funções: coordenador da Organização dos Povos Indígenas do Vale do Juruá (OPIVAJ, 1983-1987); presidente da União das Nações Indígenas do Acre (UNI – AC, 1984-1987); assessor da Federação Cuenca Amazônica (Equador, 1990-1992); presidente da Associação de Seringueiros Kaxinawa do Rio Jordão (ASKARJ, 1998-2001; 2007-2010; 2013-2016) e assessor (2001-2006). Desde 1999, sou shaneibu das Terras Indígenas Hunikuin do Alto e Baixo Jordão e Alto Tarauacá. Em 2005, assumi por voto direto, a vice-prefeitura do Município de Jordão. Sou fundador e fui presidente dos diretórios do Partido dos Trabalhadores e do Partido Verde do Jordão (1995-2000).

Manchineri

SEBASTIÃO ALVES RODRIGUES

Liderança Manchinery. Foi vice-presidente da Fundação Chico Mendes (1990). Coordenador de comunicação da UNI-AC, (1992-1994); Coordenador geral da Coordenação das Organizações Indígena da Amazônia Brasileira – COIAB (1994-1998), No período foi: Vice-presidente do Grupo de Trabalho Amazônico (GTA, Membro da Comissão Intersetorial (CIS) da FUNAI – Brasília; Integrou o Grupo de Trabalho na Dinamarca e Bolívia para criação do Fórum Permanente da Organização das Nações Unidas sobre questões Indígenas. Selecionado para o Programa de Bolsas do Alto Comissariado da Organização das Nações Unidas, 1998 – Coordenador Regional da América do Sul, do Programa de Conhecimento Indígena (PCI), iniciativa ligada a Convenção sobre Diversidade Biológica – CDB. De 1999 a 2001 foi Administrador substituto e chefe do Serviço de Assistência da Administração Executiva Regional da FUNAI, em Rio Branco, Acre. Coordenador geral da Coordenadora das organizações Indígenas da Cuenca Amazônica (COICA) de 2001 a 2005 e obteve o reconhecimento da COICA como organismo com status consultivo no ECOSOC das Nações Unidas, na Comunidade Andina de Nações, na Organização dos Estados Americanos (OEA) e reorganizou a entidade.

Katia

KÁTIA LUIZA (HUSHAHU)

Liderança feminina. Juntamente com Putani representam o xamanismo feminino do povo Yawanawá. Artista plástica cuja produção artística evidencia a sensível e rica cosmologia Yawanawa. Sua obra revela temas e elementos simbólicos do universo mítico e da natureza numa perspectiva feminina, traduzindo a força e energia da cultura espiritual do seu povo, onde o huni é recorrente. Participou de inúmeras exposições nacionais e internacionais.

Raimunda

RAIMUNDA LUIZA (PUTANI)

Pertence ao povo Yawanawá. É aceita como pajé pelos povos de língua pano da região do Acre. Possuía 27 anos quando decidiu seguir sua vocação e após sua iniciação passou a ser reconhecida por toda sua etnia. Participou de diferentes eventos culturais nacionais e internacionais. Em 2006 foi homenageada com o Diploma Bertha Lutz do Senado Federal.

Joaquim

JOAQUIM PAULO DE LIMA (JOAQUIM MANÁ)

Liderança Hunikuin, Tarauacá, Acre. Professor há 25 anos. Possui graduação em Ciências Sociais pela Universidade do Estado do Mato Grosso (UNEMAT). Mestrado em Linguística Descritiva pela Universidade Nacional de Brasília (2011) e Doutorado em Linguística pela mesma Universidade (2014), sendo o primeiro indígena do Estado do Acre a obter título de doutor. Foi Coordenador da Organização dos Professores Indígenas do Acre (OPIAC) e Presidente da Associação de Produtores e Criadores Kaxinawá da Praia do Carapanã (ASKPA), de 2000 a 2006. Possui diversos livros publicados em língua Hãtxa Kuin. Atualmente é Consultor Técnico de Educação Indígena da Secretaria Estadual de Educação (SEE) do Governo do Estado do Acre.

ninawa còpia

NINAWÁ HUNIKUIN

Liderança Hunikuin, Feijó, Acre. Militante do Movimento Indígena. Membro fundador e presidente da Federação do Povo Hunikuin do Acre (FEPHAC). Participou em inúmeros eventos nacionais e internacionais em defesa dos direitos indígenas. Atualmente é Vice-Presidente eleito da Organização dos Povos indígenas do Acre, Sudoeste do Amazonas e Noroeste de Rondônia (OPIARA), desde 2014.

Wladymyr

Wladimyr Sena Araújo

Mestre em Antropologia pela Universidade Estadual de Campinas – Unicamp e atualmente cursa o doutorado pela mesma instituição. Autor do livro Navegando sobre as Ondas do Daime: história, cosmologia e ritual da Barquinha (Editora da Unicamp) e co – editor da coletânea O Uso Ritual da Ayahuasca. É autor de vários artigos no Brasil e exterior sobre a temática. Foi também um dos técnicos responsáveis pela elaboração do Inventário Nacional de Referências Culturais da Ayahuasca. No Acre coordenou projetos importantes e estratégicos como o Inventário Nacional de Referências Culturais de Xapuri e Zoneamento Ecológico – Econômico em escala de 1:250.000 (eixo Cultural Político), Ordenamentos Territoriais Locais, Zoneamento Municipal de Rio Branco (eixo Cultural Político), além de prestar assessoria ao Plano Diretor de Rio Branco. Realizou ainda trabalhos de Etnozoneamento em Terras Indígenas (Kulina do Alto Rio Envira, Alto Rio Purus, Kampa/Isolados do Rio Envira, Jaminauá do Rio Envira e Jaminawá do Guajará), além de serviços com cadeia de valor com extrativistas e pagamentos por serviços ambientais. Fez também identificação e delimitação de territórios quilombolas (Paraíba e Espírito Santo) e de açorianos (Santa Catarina). Ministrou diversas disciplinas e cursos distintos em graduação e pós – graduação nas seguintes Universidades: UFAC, Uninorte, IESACRE e FAMETA.

antonio alves

Antônio Alves

Nasceu em Brasileia (AC), em 1956, cresceu em Rio Branco. Foi jornalista, mas o Daime “o curou”. Tomou ayahuasca pela primeira vez em 1981. Se fardou no Alto Santo em 1984.

rosana

Rosana Martins de Oliveira

Historiadora formada pela Universidade Federal do Acre (Ufac). Professora do curso de História da Ufac nas cadeiras de História da América e História Medieval. Mestre em História do Brasil pela Universidade Federal de Pernambuco, com título da dissertação “De folha e cipó é a Capelinha de São Francisco: a religiosidade popular na cidade de Rio Branco – Acre”. Ingressou no Centro Espírita e Culto de Oração Casa de Jesus – Fonte de Luz em 1996, onde vem contribuindo como voluntária nas pesquisas realizadas na Casa de Memória Daniel Pereira de Mattos.

AnaMaria

Ana Maria de Lima Souza

Doutora em Psicologia pela Universidade de São Paulo (USP). Professora associada na Fundação Universidade Federal de Rondônia desde 1983. Com experiência na área de administração acadêmica, ensino, pesquisa e extensão. Exerce atividades de docência no Núcleo de Ciências Humanas, junto a cursos de licenciaturas e no Núcleo de Saúde, junto ao Mestrado Acadêmico em Psicologia e ao Mestrado Profissional em Ensino de Ciências da Saúde. Pesquisadora do Centro de Pesquisa em Formação da Pessoa – Cepefop/Unir. Iniciou na União do Vegetal no ano de 1970. É membro do Corpo do Conselho no Núcleo Mestre Gabriel desde o ano de 1978.

Onides

Onides Bonaccorsi Queiroz

Articuladora da Câmara Temática da Ayahuasca de Rio Branco (AC). Ayahuasqueira desde 1996. Natural de Curitiba (PR), reside em Rio Branco desde 2010. É fardada do Centro de Iluminação Cristã Luz Universal Juramidã (Ciclujur), da linhagem de Mestre Raimundo Irineu Serra. Delegada do Setorial de Patrimônio Imaterial do Acre no Conselho Nacional de Política Cultural (CNPC). Conselheira da Área de Proteção Ambiental Raimundo Irineu Serra (Aparis), de Rio Branco. Jornalista, escritora e contadora de histórias. Autora do blog literário Verbo de Ligação (verbodeligacao.wordpress.com).

cosmo

Cosmo Lima de Souza

Nascido no Seringal Arapixi (AM) em 1968. É formado em Direito pela Universidade Federal do Acre (Ufac). Mestre em Direito e Sociedade pelo Instituto Brasiliense de Direito Público. Foi promotor de Justiça, atualmente exerce o cargo de procurador-geral adjunto para assuntos jurídicos do Ministério Público do Estado do Acre. Participou do Grupo Multidisciplinar de Trabalho (GMT) da ayahuasca do Conselho Nacional de Políticas sobre Drogas (Conad), vinculado ao Ministério da Justiça, exercendo a função de relator. Apresentou e defendeu a Resolução Regulamentadora do Uso Ritual da Ayahuasca junto ao Conad. Participou de audiência pública no Congresso Nacional/Câmara dos Deputados, em defesa da resolução que regulamenta o uso ritual da ayahuasca. É filiado ao Centro Rainha da Floresta, em Rio Branco, igreja que faz uso ritual da ayahuasca com observância da doutrina de Mestre Irineu.

Luis Felipe

Luís Felipe Belmonte dos Santos

Nascido em 1º de agosto de 1953, em Santa Cruz do Sul (RS) e radicado em Brasília desde julho de 1971. Advogado, com pós-graduação em Direito Processual Civil. Foi procurador do Banco Central do Brasil, na Divisão do Contencioso Judicial, assessor da Vice-Presidência do Senado Federal, chefe do Departamento Jurídico da Embrater e chefe do Departamento Jurídico da Siderbrás. É titular da sociedade Luís Felipe Belmonte e Advogados Associados e exerce atividades na área de construção civil. No Centro Espírita Beneficente União do Vegetal, foi Mestre Central de 4 Regiões, Mestre Representante da Sede-Geral e Mestre-Geral Representante. Foi subscritor do pedido de legalização do uso do Chá Hoasca (Ayauhuasca) junto ao Conselho Federal de Entorpecentes, em 1985, em nome do Centro Espírita Beneficente União do Vegetal, com acompanhamento e participação até a decisão de autorização e legalização do uso. Foi subscritor do segundo pedido de manutenção da legalização do uso do Chá, em 1988, assim como de outros procedimentos subsequentes.

noone

Marcos Vinicius Neves

É historiador e arqueólogo. Desenvolve pesquisas sobre cultura e história amazônica, em especial, do Acre. Publicou diversos artigos, revistas e livros sobre a temática, além de manter colunas semanais em jornais acreanos. Entre 1999 e 2005 coordenou o Departamento de Patrimônio Histórico do Estado do Acre. De 2005 a 2011 foi diretor-presidente da Fundação Municipal de Cultura Garibaldi Brasil. Atualmente é assessor parlamentar no gabinete do senador Jorge VIana.

Francisco Costa

Francisco Costa do Nascimento

Nascido em 1958, é advogado e licenciado em Letras. Procurador jurídico do Instituto de Terras do Acre (Iteracre). Frequenta do Centro de Iluminação Cristã Luz Universal (Ciclu)/Alto Santo desde criança.

Ladislao

Ladislau Nogueira

Acreano de Sena Madureira, chegou à casa espiritual de Mestre Raimundo Irineu Serra em 1967, com quase 19 anos. Com o incentivo de Mestre Irineu, retomou os estudos, que havia abandonado. É graduado em Economia e em Direito e foi analista judiciário na Justiça Federal. Preside o Centro de Iluminação Cristã Luz Universal Juramidã (Ciclujur), em Rio Branco.

Maria Gomes

Maria Gomes Pimentel

Professora aposentada. Nasceu em 1950, chegou à doutrina de Mestre Irineu em 1967. Passou algum tempo assistindo, sem tomar Daime, porque era menor de idade.

Antonio Alves

Antônio Rodrigues de Araújo

Nasceu em 1965. Chegou à doutrina de Mestre Irineu em 1981, na companhia de seus pais. Trabalha como mestre de obras na construção civil.

edson

Edson Lodi

Jornalista e escritor. Autor dos livros “Travessia”, de poemas; “Estrela da Minha Vida”, de crônicas, nas quais narra algumas de suas experiências com o chá Hoasca e outros líderes hoasqueiros; e “Relicário – Imagens do Sertão”, biografia do primeiro fotógrafo na União do Vegetal, responsável pela maioria das fotos de Mestre Gabriel e, em sua segunda parte, a história de como a música foi introduzida na UDV, além do inventário das músicas utilizadas por Mestre Gabriel. Autor também de “A Graça de Maria”, de poemas. Participa das atividades da União do Vegetal desde 1976. Ocupou os cargos de Presidente da Diretoria-Geral, Mestre Representante, Mestre Central e Mestre Assistente-Geral. Participa desde os anos 90 do processo de institucionalização do chá Hoasca, tendo contribuído para a elaboração e aprovação da Carta de Princípios das Entidades Religiosas Usuárias do Chá Ayahuasca, em Rio Branco, Acre. Vice-presidente do Grupo Multidisciplinar de Trabalho da ayahuasca (GMT), instituído pela Resolução nº 5 – Conad, publicada no D.O.U de 10/11/2004.

Flavia

Flávia Burlamaqui

Mestre em História Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, professora das redes estadual e municipal de ensino, atualmente na chefia de gabinete do Secretário de Estado Adjunto de Educação do Acre. Participa de Câmara Temática de Culturas Ayahuasqueiras de Rio Branco desde sua criação, em 2008. Participou da equipe que realizou a primeira fase do Inventário de Referências Culturais da Ayahuasca, sob coordenação do Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN/AC).
Faz parte do Centro Espírita Obras de Caridade Príncipe Espadarte, da linha de Mestre Daniel Pereira de Mattos, presidido por Francisca Campos do Nascimento, que iniciou sua trajetória espiritual em 1957, com o próprio Mestre Daniel.

Hildo

Hildo Cezar Freire Montysuma

Pedagogo, 45 anos, formado pela Universidade Federal do Acre (Ufac), professor de Filosofia e Sociologia da rede pública do Estado do Acre, mestrando em Educação, inscrito na linha de pesquisa sobre Formação e Trabalho Docente do Centro de Educação Letras e Artes da Ufac. Responde pela Diretoria de Ensino da Secretaria Municipal de Educação de Rio Branco (Seme) desde 2013. Conheceu a ayahuasca entre os indígenas e é frequentador assíduo do Centro Espírita e Culto de Oração “Casa de Jesus – Fonte de Luz”, fundado por Mestre Daniel Pereira de Mattos.

silvio

Silvio Francisco Lima Margarido

Nasceu em Rio Branco, Acre, em setembro de 1960. Músico percussionista, é atuante no movimento cultural acreano desde os anos 1980. Pesquisador do Departamento de Patrimônio Histórico do Acre, foi responsável pelo registro e documentação em vídeo de diversas atividades ligadas à cultura popular, cultura indígena e artes. Com rápida passagem pelo jornalismo, dedica-se à produção audiovisual há aproximadamente 30 anos. Conheceu a missão de Mestre Daniel no ano de 1992, seguindo regularmente os trabalhos espirituais no Centro Espírita e Culto de Oração “Casa de Jesus – Fonte de Luz”, colaborando na pesquisa e manutenção da Casa de Memória Daniel Pereira de Mattos. É coautor e colaborador na produção de dois álbuns, escritos, editados e publicados pela referida Casa. Formado em Cinema e Mídias Digitais em 2014 no IESB (Brasília-DF), está finalizando a produção de uma série de TV e de um filme sobre memórias e histórias do Acre.

esther

Esther Martínez Ibars

Licenciada em Medicina e Cirurgia. Especialista em Pediatria e Radiodiagnostico. Foi 1ª “Comandante” do Santo Daime na Catalunha, de 1993 a 98. É membro do diretório da 1ª Associação de Daimistas da Catalunha. Organização do 1o. Encontro Europeu de Associações Daimistas, em Girona em 1996. Presidente da Associação Europeia do Daime (CEFLURIS) em 1998. Durante 13 anos estadias no Mapiá, o núcleo amazônico do Santo Daime, aprofundando-se em seu conhecimento e trabalhando como média voluntária em seu pequeno hospital. Formação não regulamentada em Psicoterapia Gestáltica, ligada a Claudio Naranjo. Apresentação de palestras sobre a ayahuasca nos II e IV Congressos sobre Enteógenos que, organizados por Jose Mª Fericgla, ocorreram na Catalunha. Palestrantes nas “Jornadas de Psico-etno-farmacologia e Psicoterapia” sobre ayahuasca, organizadas pela Universitat Oberta de Cataluña-UOC Alumni, em Barcelona e Madrid. Palestrante convidada no I Congresso Mundial da Ayahuasca (Ibiza, 2014).

Geovania

Geovânia Corrêa Barros

Geovânia Corrêa Barros é maranhense, Bacharel em Ciências Sociais pela Universidade Federal de Campina Grande, na Paraíba. Mestre em Sociologia Política pela Universidade Federal de Santa Catarina e doutora em Ciências Sociais, pelo Programa de Pós-Graduação da Universidade Federal de Campina Grande. Reside em Rio Branco, desde 1985, vivenciando experiências nas comunidades ayahuasqueiras. Foi professora de sociologia na rede estadual de ensino, ingressou na Universidade Federal do Acre em 1993. Tem interesse na linha de pesquisa sociedade e religião, no estudo de representacões, práticas religiosas em suas dimensões ritualisticas e institucionais, patrimônio cultural, relações de poder e cultura popular.

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Evgenia Fotiou

Evgenia Fotiou é uma Antropóloga Cultural. Atualmente é Professora Assistente de Antropologia na Universidade Kent State e sua pesquisa a leva para a América do Sul, sua terra natal Grécia e outros lugares. Ela possui doutorado em antropologia cultural e estudos sobre América Latina pela Universidade de Wisconsin-Madison, onde ela completou sua pesquisa de doutorado sobre o xamanismo amazônico no Peru e sua transformação através da globalização e a formação de redes transnacionais de turistas. Tem interesse em saúde e cura sob uma perspectiva transcultural e atualmente está finalizando um livro sobre feitiçaria amazônica, ao mesmo tempo em que estuda a revitalização da religião pré-Cristã na Grécia moderna. Ela está no quadro de diretores da Sociedade da Antropologia da Consciência e no comitê da Sociedade Internacional da Pesquisa Acadêmica sobre Xamanismo. Dra. Fotiou é especialista em antropologia da religião, xamanismo, antropologia médica, culturas Amazônicas e genêro, e ministra cursos sobre estes assuntos.